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Limites nas crianças: Qual a melhor abordagem para uma infância (e vida adulta) mais saudável?

No dicionário da língua portuguesa da Porto Editora temos como terceira entrada em Limite a frase “ponto que não se pode ou não se deve ultrapassar.”

Transferindo o conceito para a psicologia, e para a noção de limite na educação, este conceito é fundamental para uma infância e vida adulta saudáveis.

À medida que as crianças vão interiorizando conceitos abstratos, importa que compreendam que há limites, tanto auto-estabelecidos como por respeito pelo outro.

Limite como respeito pelos outros

Para os entender, é muito importante que a criança compreenda e veja empatia, isto é, a capacidade de alguém se colocar no lugar do outro.

Assim, é fundamental que a criança esteja exposta a atos de empatia em casa, entre os pais e também dos pais para a criança. Enquanto isso, deverá haver uma explicação sobre o porquê do ato empático e como daí surge um limite – porque alguém respeita outro e não passa determinada “linha”.

Limite como respeito pelas próprias necessidades

Cabe aos pais, também, atentar aos limites dos filhos, pois se estes não forem respeitados, dificilmente a criança poderá respeitar os dos outros.

Encorajar os filhos a falar sobre como se sentem – e não é necessário que seja em situações potencialmente problemáticas – ajuda muito a compreender o estado e limites da criança.

Os limites são essencialmente sobre perceber e respeitar as necessidades dos próprios, e ser respeitador e compreensivo das necessidades dos outros; para isso acontecer, é necessário colocar uma grande ênfase na ajuda às crianças em desenvolver empatia e auto-consciência.” Stephanie Dowd.

Por último, e porque a comunicação destes temas não é fácil, destacamos três ideias que podem ajudar a criar bons limites nas crianças.

3 dicas úteis para estabelecer limites

Estabelecer regras claras e diretas

Em vez de fazer perguntas sobre ações que os pais querem que sejam feitas, diga direta e expressamente o que pretende da criança, explicando-lhe tanto quanto possível a razão de ser.

Manter a palavra e agir aplicar consequências

Pior do que ameaçar é ameaçar sem consequência; aí apenas descredibiliza a sua autoridade enquanto educador, adicionando uma barreira à colocação de limites. Seja coerente com as regras e consequências e a criança perceberá muito melhor até onde pode ir.

Reconhecer quando respeitaram os limites impostos

As crianças gostam (e os adultos também) de ser reconhecidas pelo bom comportamento. O feedback de pais e mães em relação a atitudes dos filhos não podem ser apenas de índole repreensiva, senão estabelece-se uma correlação negativa pouco saudável; quando o seu filho respeitar os limites, diga-o claramente – o reforço positivo vai trazer mais respeito pelos limites impostos.

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