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	<title>Instituto Português de Psicoterapia Corporal</title>
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	<title>Instituto Português de Psicoterapia Corporal</title>
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		<title>A angústia perante a alteração de rituais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Conceição Marques-Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2020 22:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o condicionamento imposto pela atual situação pandémica, o facto de haver privação do ritual de visita ao cemitério ou de despedida de um familiar ou amigo que morre, pode esta privação trazer o sentimento de angústia e outros sentimentos que geram desconforto interno onde o corpo poderá apresentar sintomas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os rituais estão presentes ao longo da vida humana, eles são organizadores e estruturantes internos da pessoa na sua realidade social. Perante a morte também o ritual das cerimónias fúnebres e as visitas ao cemitério ou local de homenagem, faz parte de uma manutenção de existência de vida nos familiares, perante a ausência física do familiar ou amigo.&nbsp;</p>



<p>Com o condicionamento imposto pela atual situação pandémica, o facto de haver privação do ritual de visita ao cemitério ou de despedida de um familiar ou amigo que morre, pode esta privação trazer o sentimento de angústia e outros sentimentos que geram desconforto interno onde o corpo poderá apresentar sintomas, como por exemplo, dificuldade de respiração, vertigens&#8230; podendo chegar a momentos dissociativos.&nbsp;</p>



<p>A forma como cada pessoa se relaciona com a morte depende da imagem que criou internamente e da cultura envolvente. Perante a privação dos rituais ligados à morte na visita aos cemitérios ou no momento fúnebre existe a necessidade de reflexão e de encontrar estratégias para a ausência desses rituais.</p>



<p>O que se pode fazer para lidar com esta privação de um ritual:</p>



<ol><li>Criar um ritual adaptado ao momento atual: crie o seu espaço interno e externo para acolher memórias e sentimentos que possam surgir.</li><li>A respiração é o nosso fio condutor entre a memória e o sentimento. Neste criar espaço interno, passe da memória ao sentimento e volte ao espaço interno através de uma respiração consciente.&nbsp;</li></ol>



<p>Assim possamos ir-nos adaptando às mudanças nesta época Covid-19.&nbsp;</p>
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		<title>Regresso à escola na nova normalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Conceição Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2020 15:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproxima-se o regresso à normalidade de ter aulas. Uma nova normalidade onde novas regras sociais imperam. Não será a escola do abraço, das brincadeiras e do convívio como as nossas crianças estavam habituadas. Esta informação as crianças e adolescentes já a receberam certamente, o que não sabem é como vão experienciar esta nova realidade. E, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aproxima-se o regresso à normalidade de ter aulas. Uma nova normalidade onde novas regras sociais imperam. Não será a escola do abraço, das brincadeiras e do convívio como as nossas crianças estavam habituadas. Esta informação as crianças e adolescentes já a receberam certamente, o que não sabem é como vão experienciar esta nova realidade. E, esta dúvida já está a começar a surgir nas nossas crianças, onde manifestações físicas e psicológicas se começam a observar.&nbsp;</p>



<p>As crianças estiveram abruptamente privadas dos seus colegas, da sua socialização, de rotinas que lhes davam segurança, onde a escola era parte integrante. Tiveram que se adaptar a uma nova forma de aprender, tal como pais e professores também foram chamados a reajustar a sua forma de ensinar e de estar com as crianças em casa. Regressar ao ambiente escolar é agora um misto de ansiedade pelo desejo de rever colegas, de voltar a rotinas de aprendizagem mas também um momento de medos.&nbsp;</p>



<p>Perante os receios&nbsp; manifestados pelas crianças, pais e professores deverão estar atentos às manifestações da crianças, pois os seus medos são legítimos.&nbsp;</p>



<p><strong>Como os pais podem ajudar os filhos:</strong></p>



<ul><li><strong>Escutar a criança</strong>, permitindo-lhe que manifeste a sua opinião perante o regresso à escola.</li><li><strong>Falar com a criança</strong>, adequando à idade da mesma a comunicação e informação, transmitindo segurança perante a nova realidade no regresso à escola.&nbsp;</li><li>Assegurar-lhes que a escola e os pais estão atentos à situação COVID-19, bem como transmitir aos filhos, de forma clara e com segurança, as recomendações e regras da escola que o seu educando frequenta.</li><li>Após o regresso à escola, continue atento a manifestações físicas e emocionais do seus filho, caso a criança manifeste sintomas como – dor abdominal, dor de cabeça, dificuldade em adormecer ou agitação noturna, – converse com o professor ou diretor de turma do seu filho, tente perceber o comportamento do seu filho na escola e o que poderá ser alterado. Caso os sintomas persistam peça ajuda profissional. As escolas têm psicólogos que poderão ajudar o seu filho.</li></ul>



<p>A escola tem uma missão importante e relevante na normalização da atual realidade, “<em>a escola tem que recuperar a clareza de valores pré Covid-19 e traduzir de forma coerente – para as crianças – o racional das medidas tomadas e os seus efeitos directos e indirectos para as crianças</em>” (UNICEF, 2020). A comunicação escola-familia/familia-escola que sempre teve um papel importante no desenvolvimento das nossas crianças, esta comunicação bilateral apresenta&nbsp; perante a atualidade ainda mais papel crucial, onde cada interveniente terá que se reajustar para receber das crianças e os efeitos – diretos e indiretos – do confinamento. Que as nossas escolas e os professores das nossas crianças sejam agentes de mudança nesta nova etapa da vida de todos.</p>
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		<title>Quando a Boca Cala o Corpo Fala! Estudo De Caso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IPPC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2020 11:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos dos Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Cada organismo nasce com uma forma natural de lidar com o stress e, com os traumas vivenciados, acabando por ir perdendo a sua capacidade flexível de retornar ao seu estado saudável.<br />
O objetivo deste trabalho é demonstrar a importância do cuidado e atenção que devemos ter com a forma de expressarmos os nossos sentimentos.<br />
Levo a refletir sobre os bloqueios emocionais e a não demonstração dos<br />
sentimentos que dão origem a quadros de somatizações, e o quanto essas<br />
doenças caracterizaram a sua forma de sobrevivência perante os<br />
acontecimentos da vida."</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Nadine Pereira</p>



<p>&#8220;Cada organismo nasce com uma forma natural de lidar com o stress e, com os traumas vivenciados, acabando por ir perdendo a sua capacidade flexível de retornar ao seu estado saudável.<br>O objetivo deste trabalho é demonstrar a importância do cuidado e atenção que devemos ter com a forma de expressarmos os nossos sentimentos.<br>Levo a refletir sobre os bloqueios emocionais e a não demonstração dos<br>sentimentos que dão origem a quadros de somatizações, e o quanto essas<br>doenças caracterizaram a sua forma de sobrevivência perante os<br>acontecimentos da vida.&#8221;</p>



<p>Veja o artigo completo de Nadine Pereira <a href="http://www.ippc.pt/wp-content/uploads/2020/04/Nadine-Estudo-de-Caso-Quando-a-Boca-Cala-o-Corpo-Fala.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Escutando o corpo silenciado  Grupos de Movimento aplicados ao  contexto da Reabilitação  Biopsicossocial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IPPC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2020 11:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos dos Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"a pertinência da implementação de um grupo de movimento no contexto da reabilitação psicossocial, enfatizando a relevância da estimulação da consciência corporal para a saúde e o equilíbrio biopsicossocial."</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>por Sérgio Fabela</p>



<p>&#8220;a pertinência da implementação de um grupo de movimento no contexto da reabilitação psicossocial, enfatizando a relevância da estimulação da consciência corporal para a saúde e o equilíbrio biopsicossocial.&#8221;</p>



<p>Veja o artigo completo de Sérgio Fabela <a href="http://www.ippc.pt/wp-content/uploads/2020/04/Sérgio-Fabela-Escutando-o-corpo-silenciado.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.ippc.pt/escutando-o-corpo-silenciado-grupos-de-movimento-aplicados-ao-contexto-da-reabilitacao-biopsicossocial/">Escutando o corpo silenciado  Grupos de Movimento aplicados ao  contexto da Reabilitação  Biopsicossocial</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.ippc.pt">Instituto Português de Psicoterapia Corporal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dando corpo ao corpo na Anorexia Nervosa:  Aplicação dos princípios teóricos e de  técnicas da Psicoterapia Corporal à Anorexia  Nervosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IPPC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 10:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos dos Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do corpo constituir um elemento chave nas Perturbações do Comportamento<br />
Alimentar (PCA), as intervenções orientadas para o corpo não estão presentes em<br />
muitos tratamentos específicos para esta patologia. Alguns estudos sugerem a eficácia<br />
destas intervenções, contudo são ainda muito escassos os estudos de eficácia. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Maria Xavier de Araújo</p>



<p>Resumo</p>



<p>&#8220;Apesar do corpo constituir um elemento chave nas Perturbações do Comportamento Alimentar (PCA), as intervenções orientadas para o corpo não estão presentes em muitos tratamentos específicos para esta patologia. Alguns estudos sugerem a eficácia destas intervenções, contudo são ainda muito escassos os estudos de eficácia.<br>Neste sentido, este trabalho pretende, não só, rever estudos sobre a aplicação de terapias/intervenções corporais na Anorexia Nervosa, discutindo a sua pertinência e eficácia, como também fornecer alguns resultados exploratórios sobre a aplicação de estratégias corporais a um grupo de duas pacientes com Anorexia Nervosa, com história prolongada de doença, no âmbito de um tratamento residencial. Através da análise<br>qualitativa dos registos das participantes destaca-se o aumento da consciência corporal no decorrer do processo, acompanhado por uma perceção da imagem corporal mais realista. Em termos de satisfação, as participantes relataram benefícios significativos para o seu processo de recuperação.&#8221;</p>



<p>Veja o artigo completo de Maria Xavier de Araújo <a href="http://www.ippc.pt/wp-content/uploads/2020/04/Maria-Araújo-Dando-corpo-ao-corpo-na-Anorexia-Nervosa.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Mudança da Paisagem Corporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IPPC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2020 10:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos dos Alunos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação fisioterapeuta-paciente é usualmente caracterizada por momentos de tensão, incómodo ou dificuldade na partilha de emoções, devido muitas vezes à intervenção directa no corpo dos pacientes. Esta problemática normalmente é vista como um choque aos limites do paciente. Mas sendo a única forma de resolução de um problema físico, este sujeita-se à aplicação das técnicas mas sem o consentimento devido ou relaxamento/confiança no tratamento necessário(a).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>por Filipa Sofia da Cunha Ferreira Coutinho</p>



<p>Resumo</p>



<p>&#8220;A relação fisioterapeuta-paciente é usualmente caracterizada por momentos de tensão, incómodo ou dificuldade na partilha de emoções, devido muitas vezes à intervenção directa no corpo dos pacientes. Esta problemática normalmente é vista como um choque aos limites do paciente. Mas sendo a única forma de resolução de um problema físico, este sujeita-se à aplicação das técnicas mas sem o consentimento devido ou relaxamento/confiança no tratamento necessário(a). Sendo a Fisioterapia uma excelente terapia no que refere ao conhecimento do corpo na sua forma mais estrutural, é imprescindível um conhecimento mais aprofundado no que se diz a ligação corpo-mente, com vista a uma melhoria mais eficaz dos cuidados de saúde. Posto isto, abordamos através do relato de um estudo de caso, o aprofundamento do conhecimento na área da Psicoterapia corporal Biodinâmica, promovendo assim uma melhor prática de cuidados de saúde em Fisioterapia.&#8221;</p>



<p>Veja o artigo completo de Filipa Coutinho <a href="http://www.ippc.pt/wp-content/uploads/2020/04/Filipa-Coutinho-A-Mudança-da-Paisagem-Corporal.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.ippc.pt/a-mudanca-da-paisagem-corporal/">A Mudança da Paisagem Corporal</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.ippc.pt">Instituto Português de Psicoterapia Corporal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>E depois do Covid-19? Relato na primeira pessoa</title>
		<link>https://www.ippc.pt/e-depois-do-covid-19-relato-na-primeira-pessoa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=e-depois-do-covid-19-relato-na-primeira-pessoa</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Conceição Marques-Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2020 15:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[consciência corporal]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia corporal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivência na primeira pessoa, da primeira saída de casa após 23 dias de isolamento voluntário. Uma saída de pouco tempo mas que se revelou muito intensa e com sentimentos muito diferentes consoante as circunstância/meio. </p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://www.ippc.pt/e-depois-do-covid-19-relato-na-primeira-pessoa/">E depois do Covid-19? Relato na primeira pessoa</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://www.ippc.pt">Instituto Português de Psicoterapia Corporal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><em>Vivência na primeira pessoa, da primeira saída de casa após 23 dias de isolamento voluntário. Uma saída de pouco tempo mas que se revelou muito intensa e com sentimentos muito diferentes consoante as circunstância/meio.</em> </p>
<p style="text-align: justify">&nbsp;——</p>
<p>&nbsp;23 dias depois saí de casa pela 1ªvez. Entrei no carro, sentei-me e fui invadia por uma <b>sensação</b> <b>maravilhosa</b>: como é bom estar neste carro, que cheirinho bom que tem. Fiquei algum tempo a saborear. Eu não sabia que tinha saudades do meu carro. Comecei a viagem e o sentimento de saudades da viagem, daqueles 100km diários para ir trabalhar, chegou. Como eu gostava de ir ver como estão as cidades onde trabalho, o cheiro, o ritual do café antes de começar… Mas não, apenas era uma viagem de 5km até à farmácia. Saboreei cada segundo desta viagem. Eu não sabia que tinha saudades. O sentimento de <b>saudades</b> <b>saudáveis</b> e <b>gratidão</b>, de dar valor a tudo o que tenho (até os 100km que tanta vez senti serem demais) continuou até chegar à farmácia. </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">Parei o carro em frente à farmácia, na rua estavam 3 pessoas à espera da sua vez. Fiquei ali, sentada dentro do meu maravilhoso carro a aguardar a minha vez e a observar. As pessoas conversavam tranquilamente, havia até quem reclamasse porque lhe tinham dito que não deveria ser ela a ir à farmácia porque é uma pessoa de risco. Tudo parecia normal. </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">Poucos minutos foram precisos para, de repente, ser invadia por <b>medo</b> e <b>pensamentos</b> <b>de</b> <b>desconfiança</b> &#8211; vou entrar ali? Naquele sítio onde entram e saem tantas pessoas? O que tenho de fazer? Não me posso esquecer que não posso tocar em nada… Foram segundos ou minutos, não sei. Sei que o meu <b>corpo se contraiu</b>, a minha <b>respiração ficou suspensa</b>, os meus <b>sinais de alerta todos ativos</b>. Dei-me conta do que estava a acontecer, tenho essa facilidade. Permiti-me <b>acolher</b> o que estava a acontecer e usei <b>estratégias</b> para voltar ao normal e poder, quando chegasse à minha vez, entrar na farmácia. Quando chegou a minha vez entrei calmamente, sentia-me mais confiante. </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">Saí, sentei-me no carro respirei novamente profundamente, acolhi o pensamento “afinal correu tudo bem”, sorri de mim e da minha experiência, há sempre uma primeira vez! </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">A viagem de regresso já não foi a de saborear o prazer, mas a descarga daquele momento de tensão anteriormente vivido. </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">Um terceiro momento ainda fez parte desta viagem, o chegar a casa. O ritual que todos falam e que eu ainda não tinha experienciado. Despir a roupa na primeira divisão de casa (até a minha filha mais nova, com ar de espanto, diz “ó mãe o que estás a fazer?), banho, roupa a lavar. Não, não gosto deste ritual. Por fim, o regresso à atual normalidade, sentir a proteção e o prazer de estar na minha casa, o cheiro da minha casa. Dei tempo a este sentimento de segurança.&nbsp; Voltei a sentir o meu corpo a relaxar, a minha respiração normal sem paradoxo. Acabámos (sim todos cá em casa) o dia a dançar. Fizemos uma saída até um destes concertos maravilhosos que os artista estão a partilhar na net. Foi tão bom! </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">Tudo isto aconteceu ontem, hoje acordei a sentir que tive um sono reparador, sinal de que a experiência de ontem foi integrada no meu ser sem deixar estragos. </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">Poderia agora descrever-vos teoricamente tudo o que senti, mas não o vou fazer, não hoje, aqui neste espaço e só por um motivo: escreve a pessoa que vivenciou e que mobilizou os recurso internos para cada momento da vida. Este recursos/ferramentas, esses sim foram aprendidos ao longo da vida e do percurso profissional e vou descrever-vos em forma de resumo.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">
</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">&nbsp;1. Pensamentos: no primeiro momento observe os pensamentos sem os questionar, eles vêm e vão como as folhas das árvores no outono que ao sabor da brisa caem. </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">2. Respiração: como sente a sua respiração? Inspire e expire profunda e lentamente.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">3. Os sentimentos: os pensamentos traduzem sensações e as sensações vivenciam-se no corpo. Como sente o corpo, leve o seu foco ao corpo. Qual a parte do corpo mais presente e menos presente.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">4. Faça algum movimento, mesmo que suave (p.e. esticar as pernas e os braços), acompanhado de consciência na respiração.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">5. Observe agora novamente os pensamentos e sentimentos. Mais calmo? Voltou a ficar com medo ou ansioso? Se sim, volte para o foco na respiração e na parte mais e menos presente do seu corpo.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">6. Por último, quando estiver num espaço que sinta que é um local seguro (a casa, o carro…) dê-se tempo para que o seu corpo se recupere, é assim que o seu corpo encontra a autorregulação.&nbsp; Respire e simplesmente fique em observação serena desse espaço seguro. Se possível, faça algo que lhe dê prazer (pode ser ouvir uma música que goste muito) e desfrute do momento, desse seu momento.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">7. Partilhe a sua experiência: Fale com alguém de sua confiança e que saiba escutar. É importante falar sobre a experiência. Se sente que não tem ninguém ligue a um profissional de saúde mental.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">8. Observe como se sente ao acordar. Sente que o sono foi reparador? Sente-se cansado/a? Tem um dormir que sente como ‘agitado’? Estes são alguns sintomas de que pode não estar a integrar a experiência. </p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">
</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Despeço-me desejando que cada um de vós se mantenha em saúde mental, para que o ‘depois do COVID-19’ possa ser o mais saudável possível e que sejam pessoas com os novos valores de responsabilidade social e ética mais aprofundados.</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">
</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%">Até breve,</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">Conceição Marques-Silva</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">
</p><p style="text-align: justify;line-height: 150%"><b>Informações úteis:</b></p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">Covid-19 | Linha de apoio em Saúde Mental &#8211; Centro Hospitalar Barreiro Montijo –&nbsp;<a href="http://www.chbm.min-saude.pt/">http://www.chbm.min-saude.pt/</a> . Para os utentes está disponível uma linha de atendimento diária, das 9 às 20 horas (Telefone geral 212147300, extensão 5012). A Linha Saúde 24 também passou a disponibilizar apoio psicológico 808 24 24 24 (opção 4)</p>
<p style="text-align: justify;line-height: 150%">
</p><p style="line-height: 150%;text-align: left">Informação da Ordem dos Psicólogos Portugueses: <a href="https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/intervena_aao_psicologica_distancia_durante_pandemiacovid_19.pdf">https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/intervena_aao_psicologica_distancia_durante_pandemiacovid_19.pdf</a> .</p>


<p></p>



<p></p>
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		<title>O rolo de bioenergética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IPPC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 22:59:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos dos Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[4ª Edição CURSO INTRODUÇÃO À PSICOTERAPIA CORPORAL BIODINÂMICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rolo de bioenergética é uma ferramenta terapêutica usada na Psicoterapia Corporal Biodinâmica, sendo uma variação do banco de bioenergética de Lowen. Os principais objetivos desta técnica são trabalhar as restrições da musculatura superficial e profunda e a abertura do tórax para uma maior amplitude e fluidez da inspiração.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>por <em>Teresa Moreira</em></p>



<p>Abstract</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;O rolo de bioenergética é uma ferramenta terapêutica usada na Psicoterapia Corporal Biodinâmica, sendo uma variação do banco de bioenergética de Lowen. Os principais objetivos desta técnica são trabalhar as restrições da musculatura superficial e profunda e a abertura do tórax para uma maior amplitude e fluidez da inspiração. <br> O objetivo deste trabalho é aprofundar os conhecimentos sobre o rolo de bioenergética, através de pesquisa teórica e da aplicação prática. Na prática, além da prática pessoal, o rolo de bioenergética foi utilizado num grupo de 4 mulheres, numa sessão, assim como numa cliente, em casa, durante 3 semanas, 3 vezes por semana. Em ambos os casos o resultado mais notório foi o relaxamento e a libertação da tensão muscular.&#8221; </p>



<p>Veja o artigo completo de Teresa Moreira <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (abre num novo separador)" href="http://www.ippc.pt/wp-content/uploads/2020/03/Teresa-Moreira-4ª-edição-Curso-de-Introdução-à-Psicoterapia-Corporal-Biodinâmica.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>&#8220;EVERY MUSCULAR CONTRACTION CONTAINS THE HISTORY AND MEANING OF ITS ORIGIN&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[IPPC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2020 22:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos dos Alunos]]></category>
		<category><![CDATA[4ª Edição CURSO INTRODUÇÃO À PSICOTERAPIA CORPORAL BIODINÂMICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na neurociência, a consciência vai muito para além da racionalidade.<br />
Há o sentimento, ou seja, a relação entre um organismo e um objeto gerador de<br />
imagens representantes de estados corporais em mudança, como também compõem uma emoção. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&#8220;EVERY MUSCULAR CONTRACTION CONTAINS THE HISTORY AND MEANING OF ITS ORIGIN&#8221; Wilhelm Reich </p>



<p> por <em>Ana Rita Veloso Morais </em> </p>



<p>Abstract</p>



<p>&#8220;O Corpo, a Psicoterapia Corporal e a Mudança da Paisagem Corporal Na neurociência, a consciência vai muito para além da racionalidade.  Há o sentimento, ou seja, a relação entre um organismo e um objeto gerador de imagens representantes de estados corporais em mudança, como também compõem uma emoção. Os autores Sollero- de- Campo e Winograd (2010), ao refletirem sobre as teorias de Damásio, esclarecem que as emoções são o conjunto de reações corporais e orgânicas num dado momento, e os sentimentos são o resultado da percepção no presente momento dessas mudanças na paisagem corporal, para além da comparação com padrões anteriores e a valoração destes para o organismo. Assim, quando experimentamos um sentimento, há um padrão de modificações corporais e fisiológicos que fica gravado num conjunto de neurónios do córtex somatossensorial e é memorizado inconscientemente. Este registo pode ser reativado a partir de uma lembrança relacionada ao acontecimento que lhe deu origem (Damásio, 2000).&#8221;</p>



<p>Veja o artigo completo da Ana Rita Veloso Morais <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (abre num novo separador)" href="http://www.ippc.pt/wp-content/uploads/2020/03/Ana-Rita-Veloso-Morais-4ª-edição-Curso-de-Introdução-à-Psicoterapia-Corporal-Biodinâmica.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>A linguagem do corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Conceição Marques-Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 11:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[consciência corporal]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia corporal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No momento atual, na nossa cultura, damos ao corpo apenas a função funcional, sem conhecer realmente as suas potencialidades. A valorização do corpo é feita de forma estereotipada pelo padrão de beleza. A linguagem do corpo supõe a indispensável preservação da unidade corpo-mente, o seu cuidado numa tarefa integrada com o desenvolvimento e a educação da personalidade como um todo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No âmbito do relacionamento social, a interação, o estar com o outro, envolve a comunicação e a linguagem. A linguagem verbal é completada pela linguagem do corpo e o próprio corpo constitui uma fonte de mensagens mais ou menos subtis. A linguagem corporal pode estar em sintonia com a linguagem verbal, mas pode contradizer a comunicação verbal. <strong>O inconsciente é expresso na linguagem corporal. </strong></p>



<p>Facilmente poderíamos colocar aqui a linguagem corporal como comunicação não verbal, também o é! Mas é mais do que comunicação não verbal. A linguagem corporal inclui a consciência corporal e a autoanálise. </p>



<p><strong>O corpo é uma mensagem para os outros, nas relações interpessoais, nas dinâmicas sociais e familiares, mas também para o próprio na consciência (ou ausência dela) de si mesmo. </strong></p>



<p>Por exemplo, uma reunião de trabalho, ou uma reunião familiar, pode comunicar, através da linguagem corporal, uma imagem reveladora da proximidade, distância, conflitos… apenas pela forma como os elementos do grupo se movimentam entre si ou como movimentam os braços. <strong>Cada minúscula parte do corpo procura a homeostasia como lei de sobrevivência inata, a dissonância que possa estar a ocorrer entre o desejo inconsciente &#8211; estar nesse local, com essas pessoas, ou não estar &#8211; será vivenciado.</strong> </p>



<p>No momento atual, na nossa
cultura, damos ao corpo apenas a função funcional, sem conhecer realmente as
suas potencialidades. A valorização do corpo é feita de forma estereotipada
pelo padrão de beleza. A linguagem do corpo supõe a indispensável preservação
da unidade corpo-mente, o seu cuidado numa tarefa integrada com o
desenvolvimento e a educação da personalidade como um todo. O corpo e a mente
constituem uma unidade que opera segundo regras intrínsecas.</p>



<p>São os braços que se cruzam, ou
as pernas inquietas que nos demonstram a dificuldade em estar no aqui-agora, é
o ritmo da respiração que nos revela o grau de ansiedade ou de tranquilidade, é
a dilatação da pupila quando dois apaixonados se encontram. A linguagem
corporal pode incluir qualquer movimento ou reflexo que comunica uma mensagem.</p>



<p>A compreensão da linguagem corporal pode ser utilizada como desenvolvimento pessoal através da consciência do que se vive. A pessoa pode adquirir consciência do que acontece, do que vive e como vive as experiências no seu próprio corpo. </p>



<p><strong>Esta consciência devidamente treinada, transformar-se-á em automática e produzirá mudanças físicas e psíquicas que enriquecem a consciência. </strong>Da mesma forma que este enriquecimento é válido para o desenvolvimento pessoal, também o é para qualquer gestor, pessoa de negócio, professor, educador… Um bom líder sabe que a linguagem corporal envia mensagens a nível corporal, mental e emocional, que podem colocar ou quebrar barreiras no envolvimento e na comunicação. </p>
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